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Paciência

“Esperei com paciência no SENHOR, e Ele se inclinou para mim, e ouviu o meu clamor.” Salmos 40.1

 

Você concorda que vivemos em um mundo impaciente?

 

As transformações e exigências do nosso cotidiano, principalmente as do mercado de trabalho, exigiram de nós um aumento da velocidade do nosso ritmo de vida.

 

No trânsito a impaciência gera discussões, acidentes, estresse… Em casa gera brigas, discussões, violência, desconforto… Na vida pessoal gera angústia, frustração, desesperança, medo… No trabalho gera desmotivação, ansiedade, corrupção… Enfim, o mundo exige-nos tantas coisas, que nos tornamos impacientes!

 

“Por isso, irmãos, tenham paciência até que o Senhor venha. Vejam como o lavrador espera com paciência que a sua terra dê colheitas preciosas. Ele espera pacientemente pelas chuvas do outono e da primavera. Vocês também precisam ter paciência. Não desanimem, pois o Senhor virá logo. Irmãos, não se queixem uns dos outros para não serem julgados por Deus. O Juiz está perto, pronto para vir. Lembrem-se dos profetas que falaram em nome do Senhor e os tomem como exemplo de paciência nos momentos de sofrimento. E nós achamos que eles foram felizes por terem suportado o sofrimento com paciência. Vocês têm ouvido a respeito da paciência de Jó e sabem como no final Deus o abençoou. Porque o Senhor é cheio de bondade e de misericórdia.” Tiago 5.7-11

 

Quando falamos de paciência logo vem à nossa mente o personagem bíblico: Jó. O próprio apóstolo Tiago cita-o como exemplo.

 

Jó era um homem muito rico que perdeu tudo, inclusive os filhos. Ficou vivo, doente (com chagas em toda a pele) e com a esposa. Porém, mesmo nesta situação ele não blasfemou contra Deus, mas entendeu que deveria continuar em comunhão com o Criador. Segundo o próprio Deus, Jó era íntegro, reto, temente a Deus e se desviava do mal. Ao final de sua provação, Jó recebeu tudo o que tinha e em dobro. Exceto a esposa, que foi a mesma.

 

A experiência que Jó teve foi tremenda. Ele foi paciente e confiou em Deus. Ele sabia que a decisão do Todo-Poderoso era a perfeita. Após tudo isso ele declarou:

 

“Tu me mandaste escutar o que estavas dizendo e responder às Tuas perguntas. Antes eu Te conhecia só por ouvir falar, mas agora eu Te vejo com os meus próprios olhos.” Jó 42.4,5

 

Jó reconheceu que a experiência ocasionada pela tribulação, que exercitou sua paciência, produziu intimidade e comunhão com o Senhor.

 

Você tem sido paciente? Sua paciência tem gerado experiência com Deus? Aproveite e se aproxime do nosso Salvador cada dia mais!

 

Que Deus nos conceda oportunidades de comuhão!

O Cristão e sua sexualidade

Corrupção

A corrupção é dos grandes males do mundo na atualidade. É claro que ela já existe há muitos anos, porém casos cada vez mais escandalosos e frequentes tem aparecido na mídia mundial tratando de políticos, empresários, CEOs de grandes empresas e até líderes religiosos.

 

Nesta semana, dia 11, o senador Demóstenes Torres teve seu mandato cassado por suspeitas de corrupção.

 

Mas a corrupção não é só financeira. Existe a corrupção moral e ética, por exemplo. E também não acontece somente com os poderosos, há muitos pobres corruptos. Existem diversas corrupções em nosso cotidiano.

 

 

A Bíblia fala bastante deste tema. Dois exemplos são o combate a corrupção no meio empresarial e no funcionalismo público.

 

“No meio de ti aceitam-se subornos para se derramar sangue; recebes usura e lucros ilícitos, e usas de avareza com o teu próximo, oprimindo-o. E de Mim te esqueceste, diz o Senhor Deus. Eu certamente baterei as mãos contra o lucro desonesto que ganhastes [...]” Ezequiel 22.12-13


“Chegaram também uns cobradores de impostos, para serem batizados, e Lhe perguntaram: Mestre, que devemos fazer? Respondeu-lhes: Não peçais mais do que o que vos está ordenado”. Lucas 3.12-13

 

A conduta justa e virtuosa é um dos fundamentos do caráter cristão. Reflita e veja se você tem se afastado das corrupções do dia-a-dia. A persuasão do guarda de trânsito, a restituição indevida do imposto de renda, o atestado médico falso, a falta injustificada, a traição…

 

 

Que Deus nos ajude a sermos sempre honestos para louvor do nome dEle!

Homicídio e esquartejamento

Há algumas semanas ficamos estarrecidos com a divulgação de um homicídio ocorrido na zona oeste de São Paulo. A esposa Elize Araújo Matsunaga matou e esquartejou o marido, Marcos Matsunaga, descartando seu corpo em três malas deixadas num matagal na cidade de Cotia. Ao ouvir este e outros casos similares ficamos reflexivos a respeito da crueldade humana e da frieza em se tomar certas decisões hediondas.

“Não matarás.” Deuteronômio 5.17

Todos nós sabemos que um dos dez mandamentos dados por Deus a Moisés proíbe o homicídio. Não temos o direito de tirar a vida de alguém. Nem a nossa própria, pois a vida é dom de Deus. Mas, quando Jesus estava nesta terra ensinando a respeito da vida cristã no chamado “Sermão do Monte”, Ele disse assim:

“Vocês ouviram o que foi dito aos seus antepassados: ‘Não mate. Quem matar será julgado.’ Mas Eu lhes digo que qualquer um que ficar com raiva do seu irmão será julgado. Quem disser ao seu irmão: ‘Você não vale nada’ será julgado pelo tribunal. E quem chamar o seu irmão de idiota estará em perigo de ir para o fogo do inferno.” Mateus 5.21,22

Ou seja, Jesus aumenta a responsabilidade e a exigência sobre a conduta e o respeito que devemos ter uns para com os outros. O mandamento de Moisés continua válido, ou seja, ainda é proibido matar. Porém, outras atitudes também são incorretas e provocam tristeza em Deus: ter raiva, ofender ou xingar alguém, por exemplo. Claro que estes comportamentos não são tão violentos e agressivos quanto um homicídio ou esquartejamento, mas são nestas pequenas coisas que se esconde o segredo para uma boa convivência com todos!

Ótima sexta e um final de semanal pacífico e abençoado!

Paul Washer – Dez Acusações: 1ª Acusação

Miserável homem que sou!

“Porque bem sabemos que a lei é espiritual; eu, todavia, sou carnal, vendido à escravidão do pecado. Porque nem mesmo compreendo o meu próprio modo de agir, pois não faço o que prefiro, e sim o que detesto. Ora, se faço o que não quero, consinto com a lei, que é boa. Neste caso, quem faz isto já não sou eu, mas o pecado que habita em mim. Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem nenhum, pois o querer o bem está em mim; não, porém, o efetuá-lo. Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço. Mas, se eu faço o que não quero, já não sou eu quem o faz, e sim o pecado que habita em mim. Então, ao querer fazer o bem, encontro a lei de que o mal reside em mim. Porque, no tocante ao homem interior, tenho prazer na lei de Deus; mas vejo, nos meus membros, outra lei que, guerreando contra a lei da minha mente, me faz prisioneiro da lei do pecado que está nos meus membros. Miserável homem que sou! Quem me livrará do corpo desta morte? Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor. De maneira que eu, de mim mesmo, com a mente, sou escravo da lei de Deus, mas, segundo a carne, da lei do pecado.” Romanos 7.14-25

Apesar de um pouco complicado de compreender, esta reflexão de Paulo, aos irmãos da igreja de Roma, é maravilhosa. O apóstolo assume sua condição frágil e contraditória, mas não abdica do desejo de permanecer em guerra contra as suas vontades carnais e em favor do atendimento dos seus anseios espirituais.

Nós nascemos com a natureza carnal, que é pecaminosa. Claro que no início de nossas vidas somos inocentes e não temos noção deste impulso, mas ao crescer permitimos o surgimento da nossa escravidão do pecado.

Paulo não consegue entender que mesmo querendo fazer o certo, nós fazemos o errado. Nós não conseguimos nos dominar. O pecado que habita em nós promove estas contradições. Ele prossegue nos dizendo que a vontade de fazer o bem até existe em nós, mas não existe o fazer efetivamente. Ou seja, temos vontade, mas não fazemos.

Nos vemos em uma guerra. Em nossos corações temos prazer na lei de Deus e na comunhão com nosso próximo. Mas no corpo, nos nossos membros vemos um conflito que nos torna escravos do pecado.

Paulo inicia a conclusão trazendo à realidade a sua condição miserável. Com a mente somos escravos da lei de Deus, mas no corpo, da lei do pecado.

Apenas Jesus Cristo, Sua graça, Seu amor e Seu poder podem transformar este homem, que antes tinha o prazer no pecado, mas agora ama sofrer com Cristo. Loucura? Sim. A sabedoria de Deus é loucura para o homem. Você precisa experimentar a comunhão com Cristo. Eu te convido a se entregar a Deus de todo o coração… e todos os dias! Este relacionamento te fará abandonar o pecado, que no passado trazia uma falsa felicidade; e trará a verdadeira paz, que só Jesus pode oferecer!

Louvo a Deus pela sua vida! Que você permita que o amor de Deus alcance o seu coração!

Frustrações!

Após a saída do povo de Israel do Egito e a travessia do mar vermelho, eles chegaram às portas da terra prometida em 40 anos. Deus ordenou a Moisés que enviasse um espião de cada tribo (exceto da tribo de Levi) para vasculhar a terra e analisar estrategicamente os meios para conquistá-la. Assim, 12 espias foram selecionados.

Após a varredura de 40 dias, os espias voltaram e deram o seu relatório. Disseram que a terra é boa, fértil e frutífera. Porém, alertaram para o povo nativo, que, segundo eles, era poderoso, com cidades fortificadas e grandes. Dez deles disseram que seria muito arriscado entrar nesta terra. Já Calebe e Josué, criam que Deus iria ajudá-los.

O povo ficou do lado dos dez e se rebelaram contra Moisés e Arão. Deus pensou em matar o povo, mas Moisés intercedeu clamando pela misericórdia. O castigo dado por Deus foi andar mais 40 anos pelo deserto até que toda aquela geração morresse. Ou seja, só entraria em Canaã os filhos deste povo.

Paremos um pouco para analisar.
As expectativas de Calebe eram ótimas: a conquista da terra prometida. Porém, ele teve de adiar seu sonho por 40 anos.

“Então Calebe fez calar o povo perante Moisés, e disse: Certamente subiremos e a possuiremos em herança; porque seguramente prevaleceremos contra ela”. – Números 13.30

Sua empolgação e dedicação foram frustradas por um tempo.
Frustração é a ação de impedir que se atinja o objetivo; é ter decepção.

Este sentimento, por vezes, invade nossa vida. Com ele, vem a raiva e diversos problemas emocionais que afligem a alma.

Várias coisas provocam a frustração: falta de dinheiro, resultado negativo em um negócio, não convite a uma festa, falta de reconhecimento profissional, não ser correspondido no amor, etc.

Todos sabemos que a vida é uma escola. E a bíblia nos diz que:

“Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o Seu propósito.” – Romanos 8.28

Portanto, as frustrações fazem parte de nossa vida. Ela nos ensina muitas coisas!

Calebe recebeu uma promessa de Deus de que no futuro, por causa de sua atitude, receberia sua porção no tempo certo. Ele confiou!

Após 40 anos, toda aquela geração havia morrido e Calebe sobreviveu. A sua frustração foi embora quando Deus cumpriu com a sua promessa:

“Salvo Calebe, filho de Jefoné; ele a verá, e a terra que pisou darei a ele e a seus filhos; porquanto perseverou em seguir ao Senhor.” – Deuteronômio 1.36

Seja como Calebe: não reclame e nem se desespere! Confie em Deus e saiba que este sentimento te trará experiências.
Ah… e não se esqueça de entregar sua vida a Jesus!

Daniel e as iguarias do rei

Certa vez, o rei da Babilônia – que era a maior potência da época – convocou o chefe dos eunucos (serviçais do palácio), chamado Aspenaz, e pediu para que ele separasse alguns jovens do povo de Israel, que fossem de linhagem nobre. Estes jovens precisavam ser de boa aparência, sem defeitos, dotados de sabedoria, inteligência e instrução, e que tivessem capacidade de auxiliar o palácio do rei Nabucodonosor. Além disso, Aspenaz deveria ensinar-lhes as letras e a língua dos caldeus (povo que vivia ao sul da Babilônia e que chegou a dominar a cultura do reino). Para este processo de preparação, o rei determinou que eles se alimentassem com as iguarias e o vinho do rei. E isto duraria três anos. Ao final, eles seriam apresentados ao rei.

Entre estes escolhidos estavam Daniel, Hananias, Misael e Azarias, todos da tribo de Judá. Mas, o chefe dos eunucos lhes pôs outros nomes. Daniel era Beltessazar; Hananias, Sadraque; Misael era Mesaque; e Azarias, Abednego. Eram grandes amigos e servos de Deus.

Daniel se comprometeu a não se contaminar com a porção das iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia. Ele caiu nas graças do chefe dos eunucos, mas Aspenaz tinha medo de ser punido pelo rei, caso visse que alguns dos jovens estariam com os rostos mais abatidos que os demais. Se isto ocorresse, certamente morreria.

Porém, Daniel propôs um desafio. Por dez dias o cozinheiro-chefe lhes daria legumes e água. Ao final do período, ele poderia comparar os semblantes e identificar se havia a palidez que ele temia.

E assim foi. Após os dez dias, os semblantes dos quatro amigos pareciam melhores e eles estavam mais gordos que todos os jovens que comiam das iguarias do rei.

 

Este relato bíblico não busca discutir a nossa alimentação. Em nenhum momento o objetivo é tornar-nos vegetarianos. A mensagem é outra, e mais profunda.

A Babilônia era um reino bastante idólatra, esotérico e imoral. Deus, certamente, não concordava com as atitudes daquele povo. A alimentação era oferecida a deuses pagãos. O próprio rei tinha um ar de divindade. Portanto, o banquete real representava a aceitação e a participação destas afrontas ao nosso Deus. Já os legumes, sugeridos por Daniel, representam a pureza, a leveza e a saúde. E nesta história, o sentido é espiritual.

O mundo nos oferece uma vida aparentemente bela. E neste contexto, o inimigo de nossas almas nos oferece banquetes apetitosos.

Podemos afirmar, com toda a certeza, que o banquete do rei era mais bonito e delicioso do que os legumes de Daniel. Porém eles fariam um mal espiritual muito grande.

No nosso cotidiano a coisa se repete. Muitas vezes nos “alimentamos” dos maus banquetes, ao invés de optarmos pela escolha menos agradável aos olhos, porém muito mais nutritiva à nossa alma.

“Amado, desejo que te vá bem em todas as coisas, e que tenhas saúde, assim como bem vai à tua alma.” 3 João 1.2

A má alimentação espiritual gera problemas tanto quanto a má alimentação física. Vemos violência subumana, intrigas intermináveis, crimes passionais, convivências conflituosas, infelicidades, terroristas, depressivos, estressados, jovens que descarregam seus dilemas internos em inocentes com suas armas letais… pessoas sem sentimentos presas a uma vida de prazeres infelizes…

“(…) segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus.” Romanos 7.22

Ao final da vida, os mais saudáveis vencerão. Os que tiverem a alma bem “alimentada” viverão eternamente nos banquetes celestiais.

E você? Em que mesa tem se assentado? Qual alimento tem sustentado sua vida espiritual?

Oro a Deus para que você possa ter sua vida em Cristo e desfrutar do Seu amor. E que a sua alma esteja farta de seus alimentos. Alguns doces, outros amargos, alguns azedos… mas todos contribuindo para o fortalecimento da alma!

Santidade | Deus odeia o pecado e também os pecadores (Paul Washer)

Não Vamos Desistir (Coral Resgate Para Vida)

Não Vamos Desistir
Coral Resgate Para Vida

O mundo chama: “se arruma vem curtir
Uma festinha, relaxa dorme aqui,
Entra no carro que você vai saber,
Só um tapinha, de graça para você”
Pra começar eu sei como é que é lá
Parece que é legal, mas eu vou me afundar
Minha galera me leva pra sair
Pra um lugar, que você vai ouvir

Nós fomos feitos para louvar a Deus,
Nós somos livres, porque Jesus morreu.
Sua palavra vamos sempre seguir,
Somos guerreiros, não vamos desistir.

Escuta agora, o que eu quero te avisar:
O mundo mata, não vá se entregar!
Alguns amigos não vão te ajudar,
Mas a igreja sempre vai te esperar.
Pensa comigo, o que é que vale mais:
A juventude ou a eternidade?
Temos certeza do que fazer aqui.
Se alguém não entendeu nós vamos repetir.

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