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O apóstolo Paulo em 2012‏

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Quando lemos a carta de Paulo aos filipenses, fica evidente o carinho que o apóstolo tinha por essa Igreja em particular. Paulo estava preso e os irmãos filipenses lhe enviaram uma oferta. A carta que ele escreveu agradece pela oferta, entre outras coisas.

É interessante notar que Paulo diz que aprendeu a viver em qualquer situação, porque Deus o fortalecia (Fp 4.12-13). Mas logo em seguida, ele elogia aquela igreja por “participar de minhas tribulações” por meio das duas ofertas que lhe fizeram (v. 16). Ele diz que os donativos “são uma oferta de aroma suave, um sacrifício aceitável e agradável a Deus” (v. 18).

É assim que a Igreja Perseguida vê a ajuda que recebe de seus irmãos da Igreja Livre. Deus tem ensinado nossos irmãos perseguidos a viver contentes em qualquer situação (v. 12), mas nós, os cristãos livres, agradamos a Deus quando participamos das tribulações deles por meio de nossas ofertas.

Que os “Paulos” dos dias de hoje encontrem “filipenses” fiéis para ampará-los em suas necessidades!

Destaque

O ministério da literatura na Ásia Central
Ásia Central – A distribuição de livros é uma parte importante de nosso trabalho na Ásia Central. Ela nos permite responder de forma adequada às necessidades específicas das igrejas locais em vários países da região…


VAMOS ORAR
Malásia (50º) – Por favor, ore pelos trabalhadores cristãos na Malásia que têm dedicado atenção aos ex-muçulmanos. Eles estão isolados uns dos outros e quase nunca recebem incentivos. Ore para que a força e a paixão destes obreiros sejam renovadas.


A Igreja do continente africano tem sido alvo de ataques cada vez mais constantes e cruéis. Com os fundos de ajuda emergencial, a Portas Abertas procura aliviar um pouco da angústia dessas igrejas abatidas por tragédias da perseguição. Com sua contribuição de R$ 15,00 você nos ajuda a realizar esse projeto e preservar muitos sorrisos.

Faleconosco:
Email: falecom@portasabertas.org.br
Telefone: (0–11) 2348 3330

Paul Washer – Igrejas e as Técnicas Carnais

John Piper – O poder do Evangelho e o medo da morte

Deus existe?

Deus existe?

Esta é uma das perguntas mais desafiadoras que existem. Não há nenhum procedimento científico que possa comprovar por métodos empíricos a existência de Deus. E as divagações filosóficas, que são racionais, também não conseguem idealizar algo tão divino assim. Nem a metafísica e a lógica foram capazes.

Com a ausência de provas humanas favoráveis, muitos cientistas descartam a existência de Deus. Logo, também não creem na Bíblia. E como estes tem amplo acesso à mídia, volta e meia vemos discussões e abordagens deste tema. Uma visão materialista e anti-religiosa tem dominado estes discursos, disseminando a não-crença em Deus. Aliás, nas últimas décadas notamos um aumento da manifestação de grupos e líderes ateus, que promovem entrevistas, eventos e palestras sobre o assunto, defendendo a bandeira do racionalismo.

Esta discussão não é nova. Anos antes de Cristo já existiam filósofos e pensadores céticos na existência de um criador para o Universo. Descartes e Kant (séculos XVII e XIX), dois dos principais filósofos da história da humanidade, quebraram uma linha tradicional filosófica e relativizaram a ação de Deus. Eles até criam na existência de um Ser supremo, mas que não interagia com Sua criação. O racionalismo humano deles projetou o homem em Deus.

Entretanto, muitos cientistas perceberam erros na defesa do ateísmo e abandonaram esta ideia. Eles se tornaram teístas, ou seja, creram na existência de Deus.

Veja o que o ex-ateu Clive Staples Lewis (professor, poeta e escritor inglês) escreveu:

“Deus sussurra a nós na saúde e prosperidade, mas, sendo maus ouvintes, deixamos de ouvir a voz de Deus. Então Ele gira o botão do amplificador por meio do sofrimento. Aí então ouvimos o ribombar de Sua voz. Deus sussurra em nossos ouvidos por meio de nosso prazer, fala-nos mediante nossa consciência, mas clama em alta voz por intermédio de nossa dor; este é Seu megafone para despertar o homem surdo.”

 

 

Nós cristãos não temos dúvidas da existência de Deus. E se a razão não é suficiente para manter um relacionamento com Ele, a nossa fé é capaz de nos fazer amigos dEle. O apóstolo Paulo diz:

“Desde que Deus criou o mundo, as Suas qualidades invisíveis, isto é, o Seu poder eterno e a Sua natureza divina, tem sido vistas claramente. Os seres humanos podem ver tudo isso nas coisas que Deus tem feito e, portanto, eles não têm desculpa nenhuma.” Romanos 1.20

A própria criação demonstra a existência de Deus. Antony Flew foi um filósofo britânico e ateu. Porém, anos mais tarde, Anthony admitiu reconhecer evidências em favor da existência de Deus. Ele disse:

“Parece-me agora que os resultados de mais de 50 anos de pesquisas sobre o DNA tem provido elementos para um enorme e poderoso argumento a favor do design, isto é, da existência de um Ser superior que fez o universo.”

Além dele, um dos principais responsáveis pelo mapeamento genético do DNA humano realizado em 2001, também abandonou a descrença do ateísmo para crer piamente na existência de Deus. Ele é o biólogo americano Francis Collins, diretor do projeto genoma e um dos cientistas mais notáveis da atualidade.

 

 

Enfim, se você espera provar Deus pelos cálculos e modelos matemáticos, ou pelos ensaios e divagações filosóficos, ou pela análise psicológica da projeção infantil do homem em Deus, ou por qualquer outro método científico; eu sinto lhe informar, mas será impossível!

“Sem fé ninguém pode agradar a Deus, porque quem vai a ele precisa crer que ele existe e que recompensa os que procuram conhecê-lo melhor.” Hebreus 11.6

Mas se você exercitar Sua fé e pedir a Deus que se apresente a você, tenha certeza de que você terá uma experiência pessoal incrível com este Ser, que é supremo, criador, onipotente (tem todo o poder), onipresente (está em todos os lugares) e onisciente (tem toda a sabedoria).

 

Que a presença de Deus, por meio do Espírito Santo, habite em nós!

Deus existe? – Programa Evidências (Dr. Rodrigo Silva)

Mistérios da Bíblia – Os Pergaminhos do Mar Morto

Como brasileiro eu simplesmente falaria… (Cristovam Buarque) – Provocações

Como brasileiro eu simplesmente falaria…
Autor: Cristovam Buarque

Como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia.

Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso. Respondi que, como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, podia imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade.

Se a Amazônia, sob uma ótica humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro. O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia é para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço. Os ricos do mundo, no direito de queimar esse imenso patrimônio da humanidade.

Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país.

Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.

Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar que esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural amazônico, possa ser manipulado e destruído pelo gosto de um proprietário ou de um país.

Nesse momento, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deveria ser internacionalizada.

Pelo menos Manhatan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua história do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro. Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maior do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.

Nos seus debates, os atuais candidatos à presidência dos EUA têm defendido a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do mundo tenha possibilidade de ir à escola.

Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro. Ainda mais do que merece a Amazônia. Quando os dirigentes tratarem as crianças pobres do mundo como um patrimônio da humanidade, eles não deixarão que elas trabalhem quando deveriam estudar; que morram quando deveriam viver.

Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa.

 

Sobre o autor: Cristóvão Buarque

Senador brasileiro, responsável pela implementação de projetos como Bolsa-escola, mala do livro, paz no trânsito, entre outros.

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