Posts Tagged ‘discussão’

Paul Washer – Igrejas e as Técnicas Carnais

Deus existe?

Deus existe?

Esta é uma das perguntas mais desafiadoras que existem. Não há nenhum procedimento científico que possa comprovar por métodos empíricos a existência de Deus. E as divagações filosóficas, que são racionais, também não conseguem idealizar algo tão divino assim. Nem a metafísica e a lógica foram capazes.

Com a ausência de provas humanas favoráveis, muitos cientistas descartam a existência de Deus. Logo, também não creem na Bíblia. E como estes tem amplo acesso à mídia, volta e meia vemos discussões e abordagens deste tema. Uma visão materialista e anti-religiosa tem dominado estes discursos, disseminando a não-crença em Deus. Aliás, nas últimas décadas notamos um aumento da manifestação de grupos e líderes ateus, que promovem entrevistas, eventos e palestras sobre o assunto, defendendo a bandeira do racionalismo.

Esta discussão não é nova. Anos antes de Cristo já existiam filósofos e pensadores céticos na existência de um criador para o Universo. Descartes e Kant (séculos XVII e XIX), dois dos principais filósofos da história da humanidade, quebraram uma linha tradicional filosófica e relativizaram a ação de Deus. Eles até criam na existência de um Ser supremo, mas que não interagia com Sua criação. O racionalismo humano deles projetou o homem em Deus.

Entretanto, muitos cientistas perceberam erros na defesa do ateísmo e abandonaram esta ideia. Eles se tornaram teístas, ou seja, creram na existência de Deus.

Veja o que o ex-ateu Clive Staples Lewis (professor, poeta e escritor inglês) escreveu:

“Deus sussurra a nós na saúde e prosperidade, mas, sendo maus ouvintes, deixamos de ouvir a voz de Deus. Então Ele gira o botão do amplificador por meio do sofrimento. Aí então ouvimos o ribombar de Sua voz. Deus sussurra em nossos ouvidos por meio de nosso prazer, fala-nos mediante nossa consciência, mas clama em alta voz por intermédio de nossa dor; este é Seu megafone para despertar o homem surdo.”

 

 

Nós cristãos não temos dúvidas da existência de Deus. E se a razão não é suficiente para manter um relacionamento com Ele, a nossa fé é capaz de nos fazer amigos dEle. O apóstolo Paulo diz:

“Desde que Deus criou o mundo, as Suas qualidades invisíveis, isto é, o Seu poder eterno e a Sua natureza divina, tem sido vistas claramente. Os seres humanos podem ver tudo isso nas coisas que Deus tem feito e, portanto, eles não têm desculpa nenhuma.” Romanos 1.20

A própria criação demonstra a existência de Deus. Antony Flew foi um filósofo britânico e ateu. Porém, anos mais tarde, Anthony admitiu reconhecer evidências em favor da existência de Deus. Ele disse:

“Parece-me agora que os resultados de mais de 50 anos de pesquisas sobre o DNA tem provido elementos para um enorme e poderoso argumento a favor do design, isto é, da existência de um Ser superior que fez o universo.”

Além dele, um dos principais responsáveis pelo mapeamento genético do DNA humano realizado em 2001, também abandonou a descrença do ateísmo para crer piamente na existência de Deus. Ele é o biólogo americano Francis Collins, diretor do projeto genoma e um dos cientistas mais notáveis da atualidade.

 

 

Enfim, se você espera provar Deus pelos cálculos e modelos matemáticos, ou pelos ensaios e divagações filosóficos, ou pela análise psicológica da projeção infantil do homem em Deus, ou por qualquer outro método científico; eu sinto lhe informar, mas será impossível!

“Sem fé ninguém pode agradar a Deus, porque quem vai a ele precisa crer que ele existe e que recompensa os que procuram conhecê-lo melhor.” Hebreus 11.6

Mas se você exercitar Sua fé e pedir a Deus que se apresente a você, tenha certeza de que você terá uma experiência pessoal incrível com este Ser, que é supremo, criador, onipotente (tem todo o poder), onipresente (está em todos os lugares) e onisciente (tem toda a sabedoria).

 

Que a presença de Deus, por meio do Espírito Santo, habite em nós!

Deus existe? – Programa Evidências (Dr. Rodrigo Silva)

Paul Washer – 10 Acusações Contra a Igreja Moderna (Blog “Andar com Cristo”)

Paul Washer – 10 Acusações Contra a Igreja Moderna

Segue um vídeo muito importante para aqueles que se importam com sua salvação e a Igreja de Cristo.

“Em ’10 Acusações Contra a Igreja Moderna’, Paul Washer chama a igreja e os pastores ao padrão Bíblico de doutrina e vida. Alguns disseram que tal pregação figura as 95 teses* de nossa era. Isso somente o tempo dirá, contudo é certo que cada ponto dessa mensagem deve ser martelado na mente e no coração de cada pessoa que deseja ver uma reforma na chamada ‘igreja moderna’.” Vinícius Musselman Pimentel

(*) Em 31 de Outubro de 1517, Martinho Lutero afixou na porta da capela de Wittemberg 95 teses que gostaria de discutir com os teólogos católicos, as quais versavam principalmente sobre penitência, indulgências e a salvação pela fé. O evento marca o início da Reforma Protestante.

Pregado quarta-feira, 22 de Outubro de 2008, na Conferência sobre Avivamento, em Atlanta, Geórgia. Paul Washer dá um apelo urgente para os cristãos e as igrejas na América do Norte, onde muitos têm crido em um falso evangelho e em uma falsa garantia de sua salvação. Ele enumera 10 acusações contra o moderno sistema de igreja na América. Esta é uma mensagem histórica urgente, informe outras pessoas e espalhe a mensagem. Precisamos de uma reforma e um avivamento nos padrões bíblicos! Greg Gordon (Organizador da Conferência sobre Avivamento).

Para baixar o arquivo em texto clique aqui.

Via Voltemos ao Evangelho.

Fonte: Blog Andar com Cristo

Adão e Eva precisam ser reais pro Evangelho?

Tradução do texto [em inglês] de Albert Mohler: Adam and Eve: Clarifying Again What Is at Stake, disponível aqui.

*************

Adão e Eva no Jardim do Éden. Foi assim que começou.

Recentes discussões sobre Adão e Eva têm servido para pelo menos um bom propósito – tornar mais claro o que está teologicamente em jogo nos debates. O recente relatório da NPR (National Public Radio) alertou a grande cultura secular para o debate, mas raramente a discussão traz novidades.

O que é novo, contudo, é a sincera admissão por parte de alguns de que a negação de um Adão histórico requer uma nova compreensão da história bíblica básica – e do Evangelho como um todo.

Um dos meus mais recentes artigos, False Start? The Controversy Over Adam and Eve Heats Up (Começo Falso? A Controvérsia sobre Adão e Eva Pega Fogo) deixa este ponto mais claro. Como eu argumentei lá, a negação do Adão histórico não só implica a rejeição do ensino bíblico lúcido, mas também resulta na negação da Doutrina Bíblica da Queda, conduzindo da um modo muito diferente de contar a História Bíblica e o significado do Evangelho.

A propósito, aqueles que tentam negar que o Gênesis requer a afirmação de um Adão histórico como um indivíduo humano real e singular (argumentando, por exemplo, que a palavra ‘Adão’ em hebraico significa somente ‘o homem’) tem que enfrentar o fato que a narrativa de Gênesis apresenta Adão como um indivíduo singular que age, fala, casa-se, reproduz-se, e está listado na genealogia de Jesus. O vocabulário hebraico não oferece nenhuma escapatória convincente para a historicidade.

O ponto principal do meu artigo ‘False Start’, contudo, foi que a negação de um Adão histórico separa o ponto essencial elaborado por Paulo em Romanos 5:

Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porquanto todos pecaram. Porque antes da lei já estava o pecado no mundo, mas onde não há lei o pecado não é levado em conta. No entanto a morte reinou desde Adão até Moisés, mesmo sobre aqueles que não pecaram à semelhança da transgressão de Adão o qual é figura daquele que havia de vir. Mas não é assim o dom gratuito como a ofensa; porque, se pela ofensa de um morreram muitos, muito mais a graça de Deus, e o dom pela graça de um só homem, Jesus Cristo, abundou sobre muitos. Também não é assim o dom como a ofensa, que veio por um só que pecou; porque o juízo veio, na verdade, de uma só ofensa para condenação, mas o dom gratuito veio de muitas ofensas para justificação. Porque, se pela ofensa de um só, a morte veio a reinar por esse, muito mais os que recebem a abundância da graça, e do dom da justiça, reinarão em vida por um só, Jesus Cristo. (Romanos 5:12-17)

Esta é a forma do Apóstolo Paulo contar a história da Bíblia e o significado do Evangelho. Se Adão não foi uma figura histórica, e assim não houve nenhuma Queda no pecado e assim toda a Humanidade não pecou em Adão, portanto a história do Evangelho que o Apóstolo Paulo conta está errada. Além disto, Paulo estava simplesmente enganado ao crer que Adão foi uma pessoa real.

Desta maneira, a negação do Adão histórico significa que nós temos que contar a história da Bíblia de uma maneira muito diferente do que a Igreja tem lido, ensinado, pregado e acreditado há séculos. Se não há nenhum Adão histórico, então a metanarração bíblica não é Criação-Queda-Redenção-Nova Criação, mas algo totalmente diferente.

Para seu crédito, Brian McLaren afirma esta verdade e concorda que a negação da historicidade de Adão requer uma nova maneira de contar a história bíblica. Mas – e este é o ponto crucial – ele pensa que isto pode ser uma coisa boa.

Respondendo ao meu artigo, ele escreveu:

Eu concordo firmemente (em um tipo curioso de ironia) com o bom Dr. Mohler. Eu penso que a convenção constantiniana “do entendimento da metanarrativa do evangelho e o enredo da Bíblia” está errada, mal orientada, e perigosa. Nós realmente precisamos de “um completo novo entendimento” – novo, que é, comparada com o status quo, mas realmente mais antigo e primário que a abordagem convencional. No processo nós aprenderíamos melhor o que uma metanarrativa é de fato e perceber que não há um grande rótulo para aplicar ao Evangelho… “o enredo da Bíblia” é muito melhor. Isto é o que eu tenho escrito e falado na última década, e espero continuar defendendo e contribuindo para a próxima.

Naturalmente, McLaren tem escrito sobre isto e convoca uma revolução teológica. No seu livro de 2010, A New Kind of Christianity (Um novo tipo de Cristianismo), McLaren explicitamente nega que a Bíblia revela Adão como um ser histórico. Ele também nega que nós deveríamos crer numa Queda no Pecado que conduz a um veredito divino contra a pecaminosidade humana.

Em suas palavras, falando do relato de Gênesis:

É patentemente óbvio para mim que estas histórias não pretendem ser tomadas literalmente, apesar de isto não costumar ser tão óbvio, e eu sei que não deve ser agora para a maioria dos meus leitores. É também poderosamente claro para mim que estas histórias não literais ainda devem ser levadas a sério e representadas pelo seu conteúdo rico, porque elas instilam experiente sabedoria multiforme – através de profunda linguagem mítica – sobre como veio a se tornar o que é.

Sobre Gênesis 3, ele afirma:

Neste mundo, não há nenhum momento isolado de deslocamento de declaração para história: é tudo história, do começo ao fim, e provavelmente antes e depois também. Deus não é suscetível de perder seu status de perfeição com uma promessa furiosa de eterna condenação, perdição e destruição. Deus não decretou o estado perfeito arruinado e o planeta destinado para geocídio. A experiência não é um fracasso.

Um ponto similar foi dito pela escritora conhecida como RJS em ‘Jesus Creed’, o blog do estudioso do Novo Testamento Scott McKnight. RJS rejeitou minha afirmação que uma compreensão correta de Adão é necessária para a correta compreensão de Cristo e sua expiação. “Eu rejeito categoricamente a noção que ter uma visão correta de Adão (ou uma visão específica de Adão) é requerida para ter a visão acertada de Cristo e sua obra redentiva neste mundo”, ela escreveu.

Ela está certa em argumentar que nossa compreensão da criação é inata e irredutivelmente cristológica – baseada em textos como João 1 e Colossenses 1. Todavia, isto não reduz de qualquer forma a importância da afirmação da Bíblia de que Adão é uma figura histórica e que a Queda é um evento histórico.

Ainda, ela também escreve isto:

Francamente, eu não acho que a Encarnação seja a solução para o problema criado pelos nossos antepassados originais, ou dois indivíduos únicos criados do pó ou um grupo que evoluiu para humanos. Eu penso que a encarnação era parte do plano de Deus desde o princípio.

Isto é um pouco atordoante. O Antigo Testamento claramente promete a vinda de um Escolhido que irá salvar o Seu povo dos pecados deles. A Encarnação é impossível para nós compreendermos em termos bíblicos sem a afirmação central de que Cristo veio para redimir Seu povo do pecado. Como Paulo escreveu em Gálatas 4.4-5, “Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, Para remir os que estavam debaixo da lei, a fim de recebermos a adoção de filhos”.
No contexto da eternidade, onisciência e soberania de Deus, é inegável que “a Encarnação era parte do plano de Deus desde o princípio”. Mas é também verdadeiro que a criação de Adão e Eva e a Queda da Humanidade no pecado foram também parte do plano divino desde o começo. Esta verdade (definida dentro do contexto da eternidade, onisciência e soberania de Deus) tem sido afirmada, a propósito, tanto por Calvinistas como por Arminianos clássicos. Esta tem sido a fé da Igreja, baseada sobre a autoridade das Escrituras.

Eu genuinamente aprecio um debate honesto sobre estes assuntos de inegável e incalculável importância teológica. Este debate tem servido para esclarecer, mais uma vez, o que está em jogo. Eu só posso terminar novamente onde eu terminei o artigo “False Start”:

A negação do Adão e Eva históricos como os primeiros pais de toda a humanidade e o primeiro par de humanos corta a ligação entre Adão e Cristo o qual é crucial para o Evangelho. Se nós não sabemos como a história do Evangelho começa, então nós não sabemos o que a história significa. Não se engane: um falso início para a história produz uma falsa compreensão do Evangelho.

*************

Nota do tradutor e editor do blog: aqui no Brasil também temos representantes do mesmo pensamento de Brian McLaren, participantes da escola teológica do liberalismo. Ricardo Gondim, Ariovaldo Ramos e Ed René Kivitz são bons exemplos desta escola.

[Atualização 01-09-2011]
Complementando, indico também a leitura deste texto, da autoria de Mauro Meister, no blog O Tempora-O Mores.

Porque não me envergonho do Evangelho de Cristo, Pois é o Poder de Deus para a salvação de todo aquele que Crê – Romanos 1:16

Fonte: http://liberdadeepensar.blogspot.com/

As bem-aventuranças

MATEUS 5

1 Vendo Jesus as multidões, subiu ao monte, e, como se assentasse, aproximaram-se os Seus discípulos;

2 e Ele passou a ensiná-los, dizendo:

3 Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus.

4 Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados.

5 Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra.

6 Bem-aventurados os que tem fome e sede de justiça, porque serão fartos.

7 Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia.

8 Bem-aventurados os limpos de coração, porque verão a Deus.

9 Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus.

10 Bem-aventurados os perseguidos por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus.

11 Bem-aventurados sois quando, por minha causa, vos injuriarem, e vos perseguirem, e, mentindo, disserem todo mal contra vós.

12 Regozijai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus; pois assim perseguiram aos profetas que viveram antes de vós.

DIP – Domingo da Igreja Perseguida

O DIP, Domingo da Igreja Perseguida, é um culto anual destinado à conscientização da igreja brasileira a respeito dos cristãos perseguidos, promovida pela Missões Portas Abertas e realizada em parceria com igrejas voluntárias.

“Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos.” 2 Timóteo 3.12

Milhões de cristãos, ao redor do mundo, tem sua liberdade religiosa restrita, impedindo-os de adorarem a Deus de forma pública. Portanto, sob esconderijos e refúgios, estes servos de Deus mantém acesa a chama da adoração a Deus!

“(…) Seria bom que louvássemos a Ti por cada um que proclama que Jesus é o Senhor, apesar do risco de ser agredido, molestado ou levado ao tribunal. Seria bom que orássemos para que eles saibam que não estão sozinhos. Desta forma, seriam fortificados ainda mais com a presença do Espírito Santo e saberiam que seus irmãos e irmãs não os esqueceram. (…)”

Analise os dados abaixo:

  • O país número 1 em perseguição a cristãos é a Coreia do Norte;
  • Na Arábia Saudita, uma pessoa que pratica o cristianismo pode ser apedrejada ou decapitada.
  • Mais de 90% dos cristãos chineses se reúnem para louvar a Deus em segredo, em igrejas domésticas ilegais para evitar os regulamentos e restrições governamentais.
  • Há apenas uma igreja cristã na Faixa de Gaza e o número de membros diminuiu para menos de 100 pessoas.
  • A Argélia é 1/4 do tamanho do estado do Texas, nos Estados Unidos, e apenas 3% da população é cristã.
  • No Irã são faladas 69 línguas e a Bíblia foi traduzida completamente para apenas três delas. O Irã ocupa o segundo lugar em perseguição contra os cristãos.
  • Acredita-se que existam menos de 500 cristãos vivendo nas Maldivas.
  • No Sudão, pregar publicamente o evangelho é passível de espancamento ou prisão.
  • Os cristãos são menos de 1,7% da população do Paquistão e mais de 70% deles vive abaixo da linha de pobreza.
  • Estima-se que existam 1.100 cristãos missionários vivendo na Turquia.

VOCÊ PRECISA FAZER ALGUMA COISA!

Saiba mais em http://www.portasabertas.org.br

%d blogueiros gostam disto: