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O que uma esposa espera de seu marido

O casamento é uma instituição em que duas pessoas se propõem a compartilharem suas vidas em função de alcançarem uma unidade maior e mais perfeita.

As metas que Deus planejou para a sociedade conjugal jamais serão atingidas se não houver primeiro uma compreensão clara das diferentes responsabilidades que tocam a cada um dos cônjuges.
 
A Palavra de Deus, assim diz: “Quero, entretanto, que saibais ser Cristo o cabeça de todo homem, e o homem o cabeça da mulher, e Deus o cabeça de Cristo”. I Coríntios 11:03.
 
No Senhor, todavia, nem a mulher é independente do homem, nem o homem independente da mulher. Porque como provém a mulher do homem, assim também o homem é nascido da mulher; e tudo vem de Deus.

É interessante notarmos que a Bíblia fala ser “o marido o cabeça da mulher…”. O cabeça é aquele que lidera. Mas que tipo de liderança o esposo deve apresentar em seu lar, para que o mesmo seja repleto de felicidade e amor?
 
1 – Convivência
O marido deve procurar passar tempo com a esposa, para aprender a conhecê-la como a pessoa especial que é. Conhecer profundamente todas as sutilezas e nuances de temperamento, para poder fazer uso desse conhecimento em benefício da própria esposa. Através da convivência, o esposo poderá descobrir quais são as necessidades básicas de sua esposa e satisfazê-las dentro do possível.
 
2 – Exemplo
Uma liderança eficaz requer que o líder dê o exemplo, não exigindo dos seus nada que ele mesmo não esteja disposto a fazer. O marido que já tiver demonstrado amar a esposa, sabe que poderá contar com ela para fazer por ele o que tenha feito por ela. Se ele a servir, será servido; se ele a amar, será amado; se ele coloca os interesses dela antes dos seus, verá que ela fará o mesmo por ele.
 
3 – Comunicação
O marido deve separar tempo para comunicar-se com a esposa, para expor a ela as coisas íntimas que vão em seu coração, seus sonhos, seus anseios para si mesmo e para a família. Para tanto, é preciso que tenha metas, saiba o que quer para os seus, compartilhe tudo isso com a esposa, para que esta possa ajudá-lo a definir e a levar a cabo a sua parte neste ideal. Lembre-se de que a comunicação é uma via de mão dupla.
 
4 – Divisão de Responsabilidades
O marido atencioso é aquele que procura dar a oportunidade a esposa para que ela se desenvolva como pessoa, para benefício dela e seu próprio, pois feliz será o marido de uma esposa realizada e capaz. A boa liderança consiste exatamente no reconhecimento da potencialidade de cada um dos liderados, na utilização máxima desse potencial. Com isto, todos se beneficiam, e o lar é enriquecido.
 
5 – Transmita Segurança e Amor
A segurança é algo extremamente essencial na vida de uma esposa, para que ela possa ser feliz e tenha condições de transmitir felicidade aos seus. Portanto, ela precisa sentir que tem um esposo comprometido com o casamento, com os filhos, com a família, enfim, esposo comprometido com o ninho. A esposa precisa sentir que tem ao seu lado um esposo que a ame e que transmita amor.
Passos práticos que o ajudarão a demonstrar amor:
• Expresse constantemente e audivelmente o amor que sente por ela.
Muitas vezes o marido acha difícil entender a necessidade que a esposa tem de ouvi-lo confirmar com palavras o sentimento que tem no coração.

• Expresse, através de ações, o cuidado que merecem as necessidades dela.
Uma massagem no pescoço cansado e dolorido, uma mãozinha inesperada com alguma tarefa dela, podem falar mais alto que mil palavras. Mas não se esqueça que as palavras dão aquele toque especial e indispensável.
• Procure demonstrar de maneira prática que ela é o ser humano que ocupa o primeiro lugar em sua vida.
Mostre-lhe que suas opiniões são respeitadas, mesmo quando não forem aceitas. Nos conflitos, ela deverá poder contar com seu apoio, pois você deixou até pai e mãe para unir-se a ela.
• Trate-a com cortesia e com ternura.
Ela será o reflexo do modo como a tratar. Se quiser ter uma rainha por esposa, terá que tratá-la como tal.
• Expresse freqüente e generosamente sua apreciação e admiração.
São tantas as coisas que ela faz por você e por sua família, que esta dedicação não pode ser passada em branco. Se realmente ela representa algo em sua vida, então, expresse.

• Jamais use comparações para tentar mudá-la.
Especialmente no caso de compará-la a outras mulheres, isso pode produzir uma terrível mágoa e sentimentos de falta de valor próprio. Lembre-se de que sua esposa é uma pessoa especial e diferente das outras pessoas e mulheres. Ela será uma pessoa muito melhor se, ao invés de criticar seus pontos fracos, você encorajá-la a desenvolver suas qualidades.

• Não a critique na frente de outras pessoas.
Se houver algo que ela precisa corrigir, espere pelo momento certo, quando vocês estiverem a sós, e então, diga-lhe o que tens para dizer, mas com brandura e amor.
Pastor Helio Coutinho
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12/06 – Dia do Pastor – “Ser Pastor!”

Qual o sentido dessa palavra? Ser pastor! Uma afirmação tão pequena, mas repleta de tanto significado!

Ser pastor é muito mais que ser um pregador. Está além de ser um administrador de igreja. Muito além de professor ou conferencista. Ser pastor é algo da alma, não apenas do intelecto.

Ser pastor é sentir paixão pelas almas. É desejar a salvação de alguém de forma tão intensa, que nos leve à atitude solidária de repartir as boas-novas com ele. É chorar pelos que se mantém rebeldes. É pensar no marido desta irmã, no filho daquela outra, na esposa do obreiro, nos vizinhos da igreja, nos garotos da rua. Ser pastor é tudo fazer para conseguir ganhar alguns para Cristo.

 

Ser pastor é festejar a festa da igreja. É alegrar-se com a alegria daquele que conquista um novo emprego, daquele que gradua-se na faculdade, daquele que recebe a escritura da casa própria ou do outro que recebeu alta no hospital. Ser pastor é ter o brilho de alegria ao ver a felicidade de um casal apaixonado, ao ver o sucesso na vida cristã de um jovem consagrado, é festejar a conversão de um familiar de alguém da igreja por quem há tempos se vinha orando. Ser pastor é desejar o bem sem cobiçar para si absolutamente nada, a não ser a felicidade de participar dessa hora feliz.

Mas ser pastor também é chorar. Chorar pela ingratidão dos homens. Chorar porque muitas vezes aqueles a quem tanto se ajudou são os primeiros a perseguirem-nos, a esfaquearem-nos pelas costas, a criticarem-nos, a levantarem falso testemunho contra a igreja e contra nós. É chorar com os que choram, unindo-nos ao enlutado que perdeu um ente querido, é dar o ombro para o entristecido pela perda de um amor, é ser a companhia do solitário, é ouvir a mesma história uma porção de vezes por parte do carente. Chorar com a família necessitada, com o pai de um drogado, com a mãe da prostituta, com a família do traficante, com o irmão desprezado.

Ser pastor é não ter outro interesse senão o pregar a Cristo. É não se envolver nos negócios deste mundo, buscando riquezas, fama e posição. É saber dizer não quando o coração disser sim. É não ir à casa dos ricos em detrimento dos pobres. É não dar atenção demasiada para uns, esquecendo-se dos outros. É não ficar do lado dos jovens, em detrimento dos adultos e vice-versa. Ser pastor é não envolver-se em demasia com as pessoas, ao ponto de se perder a linha divisória do amor e do respeito, do carinho e da disciplina. Ser pastor é não aceitar subornos nem tampouco desprezar os não expressivos.

Ser pastor é ser pai. É disciplinar com carinho e amor, conquanto com a firmeza da vara, da correção e, não raras vezes, da exclusão de pessoas queridas. É obedecer a Bíblia, não aos homens. É seguir a Deus, não ao coração. Ser pastor é ser justo. Ser pastor é saber dizer não, quando a emoção manda dizer sim. Ser pastor é ter a consciência de não ser sempre popular, principalmente quando tiver que tomar decisões pesadas e difíceis, e saber também ser humilde quando a bênção de Deus o enaltecer diante do rebanho e diante do mundo. Os erros são nossos, mas a glória é de Deus.

Ser pastor é levantar-se quando todos estão dormindo e dormir quando todos estão acordados, socorrendo ao necessitado no horário da necessidade. Ser pastor é não medir esforços pela paz. É pacificar pais e filhos, maridos e esposas, sogros e genros, irmãos e irmãs. Ser pastor é sofrer o dano, o dolo, a injustiça, confiando nAquele que é o galardoador dos que o buscam. Ser pastor é dar a camisa quando lhe pedem a blusa, andar duas milhas quando o obrigam a uma, dar a outra face quando esbofeteado.

Ser pastor é estar pronto para a solidão. É manter-se no Santo dos Santos de joelhos prostrados, obtendo a solução para os problemas insolúveis. Ser pastor é não fazer da esposa um saco de pancadas, onde descontar sua fragilidade e cansaço. Ser pastor é ser sacerdote, mantendo sigilo no coração, mantendo em segredo o que precisa continuar sendo segredo, e repartindo com as pessoas certas aquilo que é “repartível”. Ser pastor é muitas vezes não ser convidado para uma festa, não ser informado de uma notícia ou ser deixado de fora de um evento, e ainda assim manter a postura, a educação, o polimento e a compaixão. Ser pastor é ser profeta, tornar o seu púlpito um “assim diz o Senhor”, uma tocha flamejante, um facho de luz, uma espada de dois gumes, afiada e afogueada, proclamando aos quatro ventos a salvação e a santificação do povo de Deus.

Ser pastor é ser marido e ser pai. É fazer de seu ministério motivo de louvor dentro e fora de casa. É não causar à esposa a sensação de que a igreja é uma amante, uma concorrente, que lhe tira todo o tempo de vida conjugal. Ser pastor é amar aos seus filhos da mesma forma que ensina aos pais cristãos amarem aos seus. É olhar para os olhos de seus filhos e ver o brilho de seus próprios olhos. É preocupar-se menos com o que os outros vão pensar e mais no que os filhos vão aprender, sentir e receber. É ver cada filho crescer, dando a cada um a atenção e o amor necessários. É orgulhar-se de ser pai, alegrar-se por ser esposo, servir de modelo para o povo. E, quando solteiro, tornar a sua castidade e dignidade modelo dos fiéis, enaltecendo ao Senhor, razão de sua vida.

Ser pastor é pedir perdão. Se os pastores fossem super-homens, Deus daria a tarefa pastoral aos anjos, mas preferiu fazer de pecadores convertidos os líderes de rebanho, pois, sendo humanos, poderiam mostrar aos demais que é possível ser uma bênção. Mas, quando pecarem, saberem pedir perdão. A humildade é uma chave que abre todas as portas, até as portas emperradas dos corações decepcionados. A humildade pode levar o pastor à exoneração, como prova de nobresa e integridade, como pode fazê-lo retomar seus trabalhos com maior pujança e vigor. Há pecados que põem fim a um ministério e ser pastor é saber quando o tempo acabou. Recomeçar é possível, mas nem sempre. Ser pastor é saber discernir entre ficar ou sair, entre continuar pastor e recolher-se respeitosamente.

Ser pastor é crer quando todos descrêem. Saber esperar com confiança, saber transmitir otimismo e força de vontade. É fazer de seu púlpito um farol gigantesco, sob cuja luz o povo caminha sempre em frente, para cima e em direção a Deus. Ser pastor é ver o lado bom da questão, é vislumbrar uma saída quando todos imaginarem que é o fim do túnel. Ser pastor é contagiar, e não contaminar. Ser pastor é inovar, é renovar, é oferecer-se como sacrifício em prol da vontade de Deus. Ser pastor é fazer o povo caminhar mais feliz, mais contente, é fazer a comunidade acreditar que o impossível é possível, é fazer o triste ser feliz, o cansado tornar-se revigorado, o desesperado ficar confiante e o perdido salvar-se. As guerras não são ganhas com armas, mas com palavras, e as do pastor são as palavras de Deus, portanto, invencíveis.

Ser pastor é saber envelhecer com dignidade, sem perder a jovialidade. É ser amigo dos jovens e companheiro dos adultos. Ser pastor é saber contar cada dia do ministério como uma pérola na coroa de sua história. Ser pastor é ser companhia desejada, querida, esperada. É saber calar-se quando o silêncio for a frase mais contundente, e falar quando todos estiverem quietos. Ser pastor é saber viver. Ser pastor é saber morrer.

E quando morrer, deixar em sua lápide dizeres indeléveis, que expressem na mente de suas ovelhas o que Paulo quis dizer, quando estava para partir: “combati o bom combate, terminei a carreira, guardei a fé”. Ser pastor é falar mesmo depois de morto, como o justo Abel e o seu sangue, através de sua história, de seu exemplo, de seus escritos, de suas gravações. Ser pastor é deixar uma picada na floresta, para que outros venham habitar nas planícies conquistadas para o Reino do Senhor. Ser pastor é fazer com que os filhos e os filhos dos filhos tenham um legado, talvez não de propriedades, dinheiro ou poder político, mas o legado do grande patriarca da família, daquele que viveu e ensinou o que é ser um pastor.

Eu sou pastor.

Obrigado, Senhor!

Pr. Wagner Antonio de Araújo
Igreja Batista Boas Novas de Osasco, SP

Fonte: http://www.prazerdapalavra.com.br

Relato sobre Deus

“Não se foge de uma vida melhor, de uma vida abundante e de plena liberdade. Não se foge da revolução – a revolução do amor. E não se foge de Deus – Deus no sentido mais pleno da palavra. Um Deus que ama Suas criaturas, todas elas. Um Deus que tem misericórdia. Um Deus que cura. Um Deus que liberta. Um Deus que é justo. Não se foge de um Deus de carne e ossos. Precisamos de uma pessoa real, de um Pai verdadeiro, alguém que é realmente santo, alguém que realmente ama. Não há fuga de um Deus real. Não há fuga de Jesus Cristo. Não há Deus como Ele. Ele nos criou, Ele nos ama com paixão e deseja o mesmo de nós em troca.”

Poesia escrita por um cristão perseguido após duas prisões e diversas sessões de tortura por seguir a Cristo.

18/05: Dia nacional de combate ao abuso e à exploração de crianças e adolescentes

A data de 18 de maio foi estabelecida em 2000, pela Lei Federal nº 9.970, como o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Tem como objetivo mobilizar a sociedade para o problema da violência sexual infanto-juvenil. A participação da população é fundamental para que este crime seja denunciado e punido, mas principalmente para que o jovem tenha sua sexualidade respeitada.

Saiba como denunciar no site da ABRAPIA: http://www.abrapia.org.br ou ligue para 0800 990500.

Como surgiu o 18 de maio
A data foi escolhida porque em 18 de maio de 1973 em Vitória-ES um crime bárbaro chocou todo o país e ficou conhecido como o “Crime Aracelli”. Esse era o nome de uma menina de apenas 08 anos de idade que foi raptada, drogada, violentada, morta e carbonizada por jovens de classe média alta daquela cidade. Esse crime, apesar de sua natureza hedionda prescreveu impune. O crime ainda causa indignação e revolta. Para lembramos sempre o Caso Aracelli, o dia 18 de maio foi estabelecido como Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, pela Lei no. 9.970, de 17 de maio de 2000, por iniciativa da então deputada Rita Camata (PMDB/ES), presidente da Frente Parlamentar pela Criança e Adolescente do Congresso Nacional.

A data foi criada para motivar a mobilização dos diferentes setores da sociedade, dos governos e da mídia para formação de uma forte opinião pública contra a violência sexual de criança e adolescente. Espera-se também estimular e encorajar as pessoas a denunciarem/revelarem situações de violência sexual, bem como criar possibilidades e incentivos para implantação e implementação de ações de políticas públicas capazes de fazer o enfrentamento do problema.

Fonte: http://www.ipas.org.br/

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