Posts Tagged ‘Jesus Cristo’

Pastor Youcef Nadharkani escreve carta de agradecimento a cristãos de todo o mundo

Pastor Youcef Nadharkani escreve carta de agradecimento a cristãos de todo o mundo

O pastor iraniano Youcef Nadharkani, libertado da prisão em 8 de setembro, escreveu uma carta a todos os cristãos que o apoiaram em sua posição de manter a fé em meio ao cárcere imposto pelo sistema judiciário do país. Ele permaneceu preso por 1062 dias, pouco menos de 3 anos, pelo crime de apostasia e por pregar o evangelho a muçulmanos.

Na carta, Nadharkani comenta sobre a prova de fé por que passou. “Fui posto à prova, passei num teste de fé (…) Mas nunca senti solidão, eu estava o tempo todo consciente do fato de que não era uma luta solitária”, escreveu.

A prisão do líder religioso foi considerada ilegal por violar a a diretriz de liberdade religiosa iraniana e internacional.

O caso de Nadharkani ganhou o mundo e um clamor internacional foi levantado pela sua libertação. O Centro Americano para Lei e Justiça (ACLJ) realizou uma campanha que atingiu cerca de 3,1 milhões de contas no Twitter com notícias sobre sua prisão.

Outros organismos internacionais como a União Européia e o congresso norte-americano também atuaram pressionando o Irã por violar a Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Apesar de ter sido oferecido por três vezes a Nadarkhani a oportunidade de retornar ao islamismo, o líder religioso nunca aceitou renunciar à fé cristã.

 

Veja a carta do pastor Youcef Nadharkani divulgada pela ACLJ:

“Não a nós, Senhor, nenhuma glória para nós, mas sim ao teu nome, por teu amor e “Não a nós, Senhor, nenhuma glória para nós, mas sim ao teu nome, por teu amor e por tua fidelidade!… Salmo 115:1

Salaam! (A paz esteja com você!)

Eu glorifico e dou graça ao Senhor com todo o meu coração. Sou grato por todas as bênçãos que Ele me deu durante toda a minha vida. Sou especialmente grato por Sua bondade e proteção divina que estiveram presentes durante a minha detenção.

Eu também quero expressar a minha gratidão para com aqueles que, em todo o mundo, têm trabalhado por minha causa ou, devo dizer, a causa que eu defendo. Quero expressar a minha gratidão a todos aqueles que me apoiaram, abertamente ou em completo sigilo. Está tudo muito claro em meu coração. Que o Senhor te abençoe e te dê a Sua Graça perfeita e soberana.

Na verdade, eu fui posto à prova, passei num teste de fé que, de acordo com as Escrituras, é “mais preciosa do que o ouro perecível”. Mas eu nunca senti solidão, eu estava o tempo todo consciente do fato de que não era uma luta solitária, pois eu sentia toda a energia e apoio daqueles que obedeceram a sua consciência e lutaram para a promoção da justiça e dos direitos de todos os seres humanos. Graças a estes esforços, tenho agora a enorme alegria de estar de novo com minha maravilhosa esposa e meus filhos. Sou grato a essas pessoas através das quais Deus tem trabalhado. Tudo isso é muito encorajador.

Durante esse período, tive a oportunidade de experimentar de uma forma maravilhosa a passagem da Escritura que diz: “Porque, como as aflições de Cristo transbordam para conosco, assim também por meio de Cristo transborda a nossa consolação.” [2 Co 1:5]. Ele confortou a minha família e lhes deu condições de enfrentar essa situação difícil. Em sua graça, Ele supriu suas necessidades espirituais e materiais, tirando um peso de minhas costas.

O Senhor maravilhosamente me conduziu durante os julgamentos, permitindo-me enfrentar os desafios que estavam na minha frente. Como a Bíblia diz: “Deus não nos deixa ser provados acima de nossa força…”.

Apesar de eu ter sido considerado culpado de apostasia, de acordo com uma certa interpretação da sharia, agradeço que o Senhor deu, aos líderes do país, a sabedoria para findar esse julgamento, levando em conta outros fatos. É óbvio que os defensores do direito iraniano e os juristas têm feito esforço importante junto às Nações Unidas para fazer cumprir a lei e o direito. Eu quero agradecer a todos aqueles que defenderam a verdade até o fim.

Estou feliz de viver em uma época em que podemos ter um olhar crítico e construtivo em relação ao passado. Isto permitiu que o surgimento de textos universais visando a promoção dos direitos do homem. Hoje, somos devedores desses esforços prestados por pessoas queridas que já trabalharam em prol do respeito da dignidade humana e passaram para nós estes textos universais importantes.

Eu também sou devedor àqueles que fielmente ensinaram sobre a Palavra de Deus, para que a própria Palavra nos fizesse herdeiros de Deus.

Antes de terminar, quero fazer uma oração pelo estabelecimento de uma paz universal e sem fim, de modo que seja feita a vontade do Pai, assim na terra como no céu. Na verdade, tudo passa, mas a Palavra de Deus, fonte de toda a paz, vai durar eternamente.

Que a graça e a misericórdia de Deus seja multiplicada sobre vocês. Amém!

Yousef Nadarkhani”

 

Por Jussara Teixeira para o Gospel+

Anúncios

14/09 – Dia da Cruz

No dia 14 de setembro, comemora-se o Dia da Cruz. Não é estranho que uma ferramenta de tortura tenha personificado um movimento de esperança?

 

A cruz é o símbolo universal do Cristianismo. Uma escolha, no mínimo, intrigante, não acha? Os símbolos de outras confissões de fé são “mais para cima”: a estrela de Davi, com suas seis pontas, representam o judaísmo; a lua crescente do islamismo; a flor de lótus do budismo. Mas uma cruz para o Cristianismo? Um instrumento de execução?

 

Não precisa ir longe para entender o motivo. Seu desenho não poderia ser mais simples. Uma travessa horizontal e outra vertical. Simples como Jesus. Uma se estende, entra em contato – como o amor de Deus. A outra se eleva – como a santidade de Deus. Uma representa a largura de Seu amor; a outra reflete a altura de Sua santidade. A cruz é a intersecção. A cruz é o lugar onde Deus perdoou Seus filhos sem abaixar Seus padrões.

 

“Aquele que não conheceu pecado, Ele O fez pecado por nós; para que, nEle, fôssemos feitos justiça de Deus.” 2 Coríntios 5.21

 

 

Jesus está na cruz. A colina está silenciosa agora. Não tranquila, mas silenciosa. Pela primeira vez naquele dia todo, não há ruído. O clamor começa a diminuir quando as trevas chegaram – aquela escuridão intrigante, bem ao meio-dia. Assim como a água põe fim ao fogo, as sombras puseram fim à zombaria. Chega de insultos. Chega de piadas. Chega de galhofa. E, com o passar do tempo, chega de zombadores. Um a um, os observadores se viraram e começaram a descer.

 

Nos imagine ali. Ouvimos os soldados xingando, os passantes questionando e as mulheres chorando. Acima de tudo, porém, ouvimos o trio de homens gemendo nas cruzes. Gemidos roucos, guturais, sedentos. Gemiam cada vez que mexiam a cabeça e sempre que se apoiavam nas pernas.

 

Então, Ele gritou. Como se alguém tivesse puxado Seus cabelos, a parte posterior da cabeça bateu contra a placa que apresentava Seu nome, e Ele gritou. Colocando-se o mais ereto que os pregos permitiam, Ele gritou como alguém que chama um amigo ausente: “ELOÍ!”.

 

Sua voz áspera e estridente. Reflexos das tochas brilhavam em olhos arregalados: “MEU DEUS!”.

 

Ignorando a dor que jorrava como que de um vulcão, empurrou-se para cima até que Seus ombros ficassem acima das mãos pregadas. “Por que me abandonaste?”.

 

Os soldados olharam fixamente. O choro das mulheres cessou. Um dos fariseus olhou com desprezo e disse com sarcasmo: “Ele está chamando Elias”.

 

Ninguém riu.

 

Ele lançou uma pergunta aos céus, e quase ficamos na expectativa de que os céus respondessem.

 

Ao que parece, os céus responderam. A face de Jesus se tranquilizou, e um amanhecer vespertino surgiu quando Ele falou pela última vez: “Está consumado. Pai, nas Tuas mãos entrego o Meu espírito.”

 

Quando deu Seu último suspiro, a terra estremeceu repentinamente. Uma pedra rolou e um soldado tropeçou. Então, tão rapidamente quanto foi quebrado, o silêncio retornou.

 

Agora tudo está quieto. A zombaria cessou. Não há mais quem zombar.

 

Os soldados estão ocupados com o destino dos mortos. Chegam dois homens. Bem-vestidos e bem-intencionados recebem o corpo de Jesus.

 

 

Pare e ouça. Consegue imaginar o grito que vem da cruz? O céu está escuro. As outras duas vítimas estão gemendo. As línguas mordazes estão caladas. Talvez haja algum trovão. Talvez haja choro. Talvez haja silêncio. Então, Jesus dá um suspiro profundo, empurra Seus pés para baixo naquela cruz romana e grita: “ESTÁ CONSUMADO!”.

 

O que está consumado?

 

O longo plano histórico de redenção do homem estava consumado. A mensagem de Deus ao homem estava consumada. As obras realizadas por Jesus como homem na terra estavam consumadas. A tarefa de selecionar e treinar embaixadores estava consumada. O trabalho estava concluído. A canção tinha sido cantada. O sangue foi derramado. O sacrifício foi realizado. O aguilhão da morte foi removido. Tudo acabou.

 

Um grito de derrota? Dificilmente. Se Suas mãos não tivessem presas para baixo, podemos imaginar que um punho triunfante teria atingido o céu escuro. Não, esse não é um grito de desespero. É um grito de realização. Um grito de vitória. Um grito de completude. Sim, até mesmo um grito de alívio.

 

Acabou.

 

Um anjo suspira. Uma estrela enxuga uma lágrima.

 

 

“Quando Lhe foi pedido que descrevesse a extensão de Seu amor, Cristo estendeu uma das mãos para a direita e a outra para a esquerda, e nessa posição elas foram pregadas para que você soubesse que ELE MORREU POR AMOR A VOCÊ.”

 

“Não foram os pregos que prenderam Deus a uma cruz. Foi o amor!”

 

 

Ele poderia ter desistido. Ninguém iria notar. Mas enfrentou a cruz. A cruz representa humildade, obediência, entrega. Portanto, seja humilde na presença de Deus, obedeça aos Seus preceitos e se entregue totalmente.

 

 

Que o amor de Cristo transborde em nossos corações!

 

 

Baseado em: “Seu nome é Jesus”, de Max Lucado.

O apóstolo Paulo em 2012‏

_____ _____
Quando lemos a carta de Paulo aos filipenses, fica evidente o carinho que o apóstolo tinha por essa Igreja em particular. Paulo estava preso e os irmãos filipenses lhe enviaram uma oferta. A carta que ele escreveu agradece pela oferta, entre outras coisas.

É interessante notar que Paulo diz que aprendeu a viver em qualquer situação, porque Deus o fortalecia (Fp 4.12-13). Mas logo em seguida, ele elogia aquela igreja por “participar de minhas tribulações” por meio das duas ofertas que lhe fizeram (v. 16). Ele diz que os donativos “são uma oferta de aroma suave, um sacrifício aceitável e agradável a Deus” (v. 18).

É assim que a Igreja Perseguida vê a ajuda que recebe de seus irmãos da Igreja Livre. Deus tem ensinado nossos irmãos perseguidos a viver contentes em qualquer situação (v. 12), mas nós, os cristãos livres, agradamos a Deus quando participamos das tribulações deles por meio de nossas ofertas.

Que os “Paulos” dos dias de hoje encontrem “filipenses” fiéis para ampará-los em suas necessidades!

Destaque

O ministério da literatura na Ásia Central
Ásia Central – A distribuição de livros é uma parte importante de nosso trabalho na Ásia Central. Ela nos permite responder de forma adequada às necessidades específicas das igrejas locais em vários países da região…


VAMOS ORAR
Malásia (50º) – Por favor, ore pelos trabalhadores cristãos na Malásia que têm dedicado atenção aos ex-muçulmanos. Eles estão isolados uns dos outros e quase nunca recebem incentivos. Ore para que a força e a paixão destes obreiros sejam renovadas.


A Igreja do continente africano tem sido alvo de ataques cada vez mais constantes e cruéis. Com os fundos de ajuda emergencial, a Portas Abertas procura aliviar um pouco da angústia dessas igrejas abatidas por tragédias da perseguição. Com sua contribuição de R$ 15,00 você nos ajuda a realizar esse projeto e preservar muitos sorrisos.

Faleconosco:
Email: falecom@portasabertas.org.br
Telefone: (0–11) 2348 3330

Paciência

“Esperei com paciência no SENHOR, e Ele se inclinou para mim, e ouviu o meu clamor.” Salmos 40.1

 

Você concorda que vivemos em um mundo impaciente?

 

As transformações e exigências do nosso cotidiano, principalmente as do mercado de trabalho, exigiram de nós um aumento da velocidade do nosso ritmo de vida.

 

No trânsito a impaciência gera discussões, acidentes, estresse… Em casa gera brigas, discussões, violência, desconforto… Na vida pessoal gera angústia, frustração, desesperança, medo… No trabalho gera desmotivação, ansiedade, corrupção… Enfim, o mundo exige-nos tantas coisas, que nos tornamos impacientes!

 

“Por isso, irmãos, tenham paciência até que o Senhor venha. Vejam como o lavrador espera com paciência que a sua terra dê colheitas preciosas. Ele espera pacientemente pelas chuvas do outono e da primavera. Vocês também precisam ter paciência. Não desanimem, pois o Senhor virá logo. Irmãos, não se queixem uns dos outros para não serem julgados por Deus. O Juiz está perto, pronto para vir. Lembrem-se dos profetas que falaram em nome do Senhor e os tomem como exemplo de paciência nos momentos de sofrimento. E nós achamos que eles foram felizes por terem suportado o sofrimento com paciência. Vocês têm ouvido a respeito da paciência de Jó e sabem como no final Deus o abençoou. Porque o Senhor é cheio de bondade e de misericórdia.” Tiago 5.7-11

 

Quando falamos de paciência logo vem à nossa mente o personagem bíblico: Jó. O próprio apóstolo Tiago cita-o como exemplo.

 

Jó era um homem muito rico que perdeu tudo, inclusive os filhos. Ficou vivo, doente (com chagas em toda a pele) e com a esposa. Porém, mesmo nesta situação ele não blasfemou contra Deus, mas entendeu que deveria continuar em comunhão com o Criador. Segundo o próprio Deus, Jó era íntegro, reto, temente a Deus e se desviava do mal. Ao final de sua provação, Jó recebeu tudo o que tinha e em dobro. Exceto a esposa, que foi a mesma.

 

A experiência que Jó teve foi tremenda. Ele foi paciente e confiou em Deus. Ele sabia que a decisão do Todo-Poderoso era a perfeita. Após tudo isso ele declarou:

 

“Tu me mandaste escutar o que estavas dizendo e responder às Tuas perguntas. Antes eu Te conhecia só por ouvir falar, mas agora eu Te vejo com os meus próprios olhos.” Jó 42.4,5

 

Jó reconheceu que a experiência ocasionada pela tribulação, que exercitou sua paciência, produziu intimidade e comunhão com o Senhor.

 

Você tem sido paciente? Sua paciência tem gerado experiência com Deus? Aproveite e se aproxime do nosso Salvador cada dia mais!

 

Que Deus nos conceda oportunidades de comuhão!

O Cristão e sua sexualidade

Homicídio e esquartejamento

Há algumas semanas ficamos estarrecidos com a divulgação de um homicídio ocorrido na zona oeste de São Paulo. A esposa Elize Araújo Matsunaga matou e esquartejou o marido, Marcos Matsunaga, descartando seu corpo em três malas deixadas num matagal na cidade de Cotia. Ao ouvir este e outros casos similares ficamos reflexivos a respeito da crueldade humana e da frieza em se tomar certas decisões hediondas.

“Não matarás.” Deuteronômio 5.17

Todos nós sabemos que um dos dez mandamentos dados por Deus a Moisés proíbe o homicídio. Não temos o direito de tirar a vida de alguém. Nem a nossa própria, pois a vida é dom de Deus. Mas, quando Jesus estava nesta terra ensinando a respeito da vida cristã no chamado “Sermão do Monte”, Ele disse assim:

“Vocês ouviram o que foi dito aos seus antepassados: ‘Não mate. Quem matar será julgado.’ Mas Eu lhes digo que qualquer um que ficar com raiva do seu irmão será julgado. Quem disser ao seu irmão: ‘Você não vale nada’ será julgado pelo tribunal. E quem chamar o seu irmão de idiota estará em perigo de ir para o fogo do inferno.” Mateus 5.21,22

Ou seja, Jesus aumenta a responsabilidade e a exigência sobre a conduta e o respeito que devemos ter uns para com os outros. O mandamento de Moisés continua válido, ou seja, ainda é proibido matar. Porém, outras atitudes também são incorretas e provocam tristeza em Deus: ter raiva, ofender ou xingar alguém, por exemplo. Claro que estes comportamentos não são tão violentos e agressivos quanto um homicídio ou esquartejamento, mas são nestas pequenas coisas que se esconde o segredo para uma boa convivência com todos!

Ótima sexta e um final de semanal pacífico e abençoado!

Ministério Portas Abertas – Devocional 1

A pergunta foi feita em um seminário: “Por que Deus permite que parte da sua Igreja seja perseguida?” Alguém respondeu: “Para que a outra parte da Igreja se lembre como o verdadeiro cristianismo, realmente, se parece!”

Sob esse exagero está uma importante e talvez inexplorada verdade: cristãos perseguidos podem ser um modelo vital para a revitalização da fé de outros cristãos, principalmente, para aqueles do mundo ocidental. A fé deles pode, literalmente, mudar a nossa fé.

O pastor de uma mega igreja retornou de uma visita na China em 2002, dizendo: “Eu nunca mais vou assumir novamente que, o que minha cultura cristã me ensina é verdade e, que paz e fartura se comparam ao favor de Deus, porque eu tenho visto muitos santos em constantes problemas e em grande pobreza, e como Deus é com eles”.

É claro que não são todos os perseguidos que vivem de acordo com o modelo cristão que todos deveriam viver. Alguns em suas ignorâncias vão ao extremo. Alguns sofrem martírios pelo zelo inapropriado. Alguns se comprometem e falham em testemunhar o poder do evangelho. Os cristãos perseguidos têm tanto a aprender com os cristãos ocidentais, assim como temos muito a aprender com eles.

Apesar disso, com um pingo de discernimento, há muita coisa que podemos incorporar em nossas próprias vidas espirituais a partir de um encontro pessoal com os cristãos perseguidos.

As próximas devocionais explicarão as razões pelas quais os cristãos ocidentais sentem que é necessário para sua fé ter um encontro com a Igreja Perseguida. Algumas vezes, as razões são profundas. Outras vezes, são pessoais. Algumas até estranhas. Elas dão o testemunho de que ministrar aos cristãos perseguidos é uma emocionante via de mão dupla – eles têm tanto a ensinar a nó, quanto nós a eles.

Esse é um foco crítico para o ministério Portas Abertas. Não estamos contentes em apenas conseguir que um número dos cristãos do ocidente ajude os cristãos perseguidos. Nós desejamos que cada cristão do ocidente saiba que é vital para a sua fé encontrar-se com eles!

Ron Boyd-MacMillan trabalha com a Portas Abertas Internacional há mais de 20 anos. 

%d blogueiros gostam disto: