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Paul Washer – Dez Acusações: 1ª Acusação

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Miserável homem que sou!

“Porque bem sabemos que a lei é espiritual; eu, todavia, sou carnal, vendido à escravidão do pecado. Porque nem mesmo compreendo o meu próprio modo de agir, pois não faço o que prefiro, e sim o que detesto. Ora, se faço o que não quero, consinto com a lei, que é boa. Neste caso, quem faz isto já não sou eu, mas o pecado que habita em mim. Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem nenhum, pois o querer o bem está em mim; não, porém, o efetuá-lo. Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço. Mas, se eu faço o que não quero, já não sou eu quem o faz, e sim o pecado que habita em mim. Então, ao querer fazer o bem, encontro a lei de que o mal reside em mim. Porque, no tocante ao homem interior, tenho prazer na lei de Deus; mas vejo, nos meus membros, outra lei que, guerreando contra a lei da minha mente, me faz prisioneiro da lei do pecado que está nos meus membros. Miserável homem que sou! Quem me livrará do corpo desta morte? Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor. De maneira que eu, de mim mesmo, com a mente, sou escravo da lei de Deus, mas, segundo a carne, da lei do pecado.” Romanos 7.14-25

Apesar de um pouco complicado de compreender, esta reflexão de Paulo, aos irmãos da igreja de Roma, é maravilhosa. O apóstolo assume sua condição frágil e contraditória, mas não abdica do desejo de permanecer em guerra contra as suas vontades carnais e em favor do atendimento dos seus anseios espirituais.

Nós nascemos com a natureza carnal, que é pecaminosa. Claro que no início de nossas vidas somos inocentes e não temos noção deste impulso, mas ao crescer permitimos o surgimento da nossa escravidão do pecado.

Paulo não consegue entender que mesmo querendo fazer o certo, nós fazemos o errado. Nós não conseguimos nos dominar. O pecado que habita em nós promove estas contradições. Ele prossegue nos dizendo que a vontade de fazer o bem até existe em nós, mas não existe o fazer efetivamente. Ou seja, temos vontade, mas não fazemos.

Nos vemos em uma guerra. Em nossos corações temos prazer na lei de Deus e na comunhão com nosso próximo. Mas no corpo, nos nossos membros vemos um conflito que nos torna escravos do pecado.

Paulo inicia a conclusão trazendo à realidade a sua condição miserável. Com a mente somos escravos da lei de Deus, mas no corpo, da lei do pecado.

Apenas Jesus Cristo, Sua graça, Seu amor e Seu poder podem transformar este homem, que antes tinha o prazer no pecado, mas agora ama sofrer com Cristo. Loucura? Sim. A sabedoria de Deus é loucura para o homem. Você precisa experimentar a comunhão com Cristo. Eu te convido a se entregar a Deus de todo o coração… e todos os dias! Este relacionamento te fará abandonar o pecado, que no passado trazia uma falsa felicidade; e trará a verdadeira paz, que só Jesus pode oferecer!

Louvo a Deus pela sua vida! Que você permita que o amor de Deus alcance o seu coração!

Daniel e as iguarias do rei

Certa vez, o rei da Babilônia – que era a maior potência da época – convocou o chefe dos eunucos (serviçais do palácio), chamado Aspenaz, e pediu para que ele separasse alguns jovens do povo de Israel, que fossem de linhagem nobre. Estes jovens precisavam ser de boa aparência, sem defeitos, dotados de sabedoria, inteligência e instrução, e que tivessem capacidade de auxiliar o palácio do rei Nabucodonosor. Além disso, Aspenaz deveria ensinar-lhes as letras e a língua dos caldeus (povo que vivia ao sul da Babilônia e que chegou a dominar a cultura do reino). Para este processo de preparação, o rei determinou que eles se alimentassem com as iguarias e o vinho do rei. E isto duraria três anos. Ao final, eles seriam apresentados ao rei.

Entre estes escolhidos estavam Daniel, Hananias, Misael e Azarias, todos da tribo de Judá. Mas, o chefe dos eunucos lhes pôs outros nomes. Daniel era Beltessazar; Hananias, Sadraque; Misael era Mesaque; e Azarias, Abednego. Eram grandes amigos e servos de Deus.

Daniel se comprometeu a não se contaminar com a porção das iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia. Ele caiu nas graças do chefe dos eunucos, mas Aspenaz tinha medo de ser punido pelo rei, caso visse que alguns dos jovens estariam com os rostos mais abatidos que os demais. Se isto ocorresse, certamente morreria.

Porém, Daniel propôs um desafio. Por dez dias o cozinheiro-chefe lhes daria legumes e água. Ao final do período, ele poderia comparar os semblantes e identificar se havia a palidez que ele temia.

E assim foi. Após os dez dias, os semblantes dos quatro amigos pareciam melhores e eles estavam mais gordos que todos os jovens que comiam das iguarias do rei.

 

Este relato bíblico não busca discutir a nossa alimentação. Em nenhum momento o objetivo é tornar-nos vegetarianos. A mensagem é outra, e mais profunda.

A Babilônia era um reino bastante idólatra, esotérico e imoral. Deus, certamente, não concordava com as atitudes daquele povo. A alimentação era oferecida a deuses pagãos. O próprio rei tinha um ar de divindade. Portanto, o banquete real representava a aceitação e a participação destas afrontas ao nosso Deus. Já os legumes, sugeridos por Daniel, representam a pureza, a leveza e a saúde. E nesta história, o sentido é espiritual.

O mundo nos oferece uma vida aparentemente bela. E neste contexto, o inimigo de nossas almas nos oferece banquetes apetitosos.

Podemos afirmar, com toda a certeza, que o banquete do rei era mais bonito e delicioso do que os legumes de Daniel. Porém eles fariam um mal espiritual muito grande.

No nosso cotidiano a coisa se repete. Muitas vezes nos “alimentamos” dos maus banquetes, ao invés de optarmos pela escolha menos agradável aos olhos, porém muito mais nutritiva à nossa alma.

“Amado, desejo que te vá bem em todas as coisas, e que tenhas saúde, assim como bem vai à tua alma.” 3 João 1.2

A má alimentação espiritual gera problemas tanto quanto a má alimentação física. Vemos violência subumana, intrigas intermináveis, crimes passionais, convivências conflituosas, infelicidades, terroristas, depressivos, estressados, jovens que descarregam seus dilemas internos em inocentes com suas armas letais… pessoas sem sentimentos presas a uma vida de prazeres infelizes…

“(…) segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus.” Romanos 7.22

Ao final da vida, os mais saudáveis vencerão. Os que tiverem a alma bem “alimentada” viverão eternamente nos banquetes celestiais.

E você? Em que mesa tem se assentado? Qual alimento tem sustentado sua vida espiritual?

Oro a Deus para que você possa ter sua vida em Cristo e desfrutar do Seu amor. E que a sua alma esteja farta de seus alimentos. Alguns doces, outros amargos, alguns azedos… mas todos contribuindo para o fortalecimento da alma!

Paul Washer – O Amor Incondicional de Cristo

John Piper – O poder do Evangelho e o medo da morte

20/12 – Dia da Bondade

Apesar do mal que existe, Deus ainda atua neste mundo para o nosso bem. A Bíblia diz em Gênesis 50.20: “Vós, na verdade, intentastes o mal contra mim; Deus, porém, o intentou para o bem, para fazer o que se vê neste dia, isto é, conservar muita gente com vida.”

Deus pode usar o que seja, bom ou mau, para o nosso bem. A Bíblia diz em Romanos 8.28 “E sabemos que todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o Seu propósito.”

Fonte: Jesus Voltará

13/12 – Dia do Cego

22 Então, chegaram a Betsaida; e Lhe trouxeram um cego, rogando-Lhe que o tocasse.

23 Jesus, tomando o cego pela mão, levou-o para fora da aldeia e, aplicando-lhe saliva aos olhos e impondo-lhe as mãos, perguntou-lhe: Vês alguma coisa?

24 Este, recobrando a vista, respondeu: Vejo os homens, porque como árvores os vejo, andando.

25 Então, novamente lhe pôs as mãos nos olhos, e ele, passando a ver claramente, ficou restabelecido; e tudo distinguia de modo perfeito.

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